Skip to main content

Featured

Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

O que vem por aí no Intune: visão prática do roadmap




As novidades do Intune nesse mês mostra forte evolução em três pilares: segurança, experiência do usuário e automação.

1. Gestão de dispositivos mais inteligente

O Intune está caminhando para um modelo onde o gerenciamento é menos manual e mais contextual, o que inclui melhorias no controle de dispositivos pessoais (BYOD), mais opções de configuração durante o enrollment e políticas mais granulares e dinâmicas.
Na prática, você ganha mais controle sem precisar criar dezenas de políticas diferentes.

2. Segurança cada vez mais integrada

A integração entre Intune e segurança está sendo reforçada, conectando com o ecossistema do Microsoft Entra ID, com foco em reforçar Conditional Access, melhorar avaliação de conformidade e  integrar identidade + dispositivo + risco, seguindo totalmente o modelo de Zero Trust.

3. Mais automação com scripts e remediação

A área de automação continua evoluindo bastante, trazendo melhorias em Remediations, mais controle sobre execução de scripts e automação de correções em larga escala
Ou seja, menos trabalho manual e mais ação automática.

4. Experiência do usuário (UX) no centro

A Microsoft está ajustando a experiência para reduzir atrito no onboarding mais simples, com menos prompts desnecessários e melhor integração com Windows. Isso impacta diretamente adoção e satisfação dos usuários.

5. Navegadores e trabalho seguro

Outro ponto forte é a proteção de acesso via navegador, pois Intune está ampliando capacidades para proteger sessões web corporativas, aplicar políticas mesmo fora do device gerenciado e controlar acesso a dados sensíveis, o que é essencial para cenários modernos de trabalho remoto.


Para quem trabalha com endpoint management, isso significa menos operação manual e mais foco em estratégia e governança.

Se você já usa Intune, o caminho é começar a explorar automação e integração com identidade. Se ainda não usa, esse é o momento em que a ferramenta está ficando mais madura e estratégica dentro do ecossistema Microsoft.

Me acompanhe em outras redes sociais: iamjuliaribeiro | Instagram, Twitch | Linktree

Comments