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Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Nova experiência na criação de grupos M365 | Public Preview




Uma 
nova experiência de criação de grupos no Microsoft 365 está em Public Preview, trazendo governança já no momento do onboarding, e isso muda bastante o jogo.

Antes, o fluxo era simples, mas problemático: o grupo era criado no Microsoft Entra ID e só depois vinham os ajustes de segurança e compliance. Isso gerava um gap onde o grupo já existia sem controle adequado.

Agora, a proposta é inverter essa lógica.

Durante a criação do grupo, já é possível definir elementos críticos de governança, como o sensitivity label via Microsoft Purview, a visibilidade (público, privado ou controlado), descrição mais estruturada e contextual e as configurações iniciais de uso e acesso. Ou seja, o grupo já nasce governado.

Por que isso é relevante

Essa mudança resolve um problema clássico de ambientes corporativos: governança reativa.

Antes:

grupo criado → uso começa → governança vem depois

Agora:

governança definida → grupo criado já com controle

Isso reduz riscos como exposição indevida de dados, compartilhamento externo sem controle e a falta de classificação de informação

Integração com segurança e compliance

Essa evolução se conecta diretamente com todo o ecossistema de proteção da Microsoft, especialmente com as políticas de DLP (Data Loss Prevention), classificação de dados, controle de acesso e compartilhamento, auditoria e compliance

Tudo isso ancorado no grupo, que continua sendo um objeto de identidade dentro do Entra ID.

Relação com Zero Trust

No modelo de Zero Trust, não basta controlar acesso, é preciso garantir que os recursos já nasçam seguros. Essa nova experiência aplica exatamente esse princípio controle desde a origem menor privilégio por padrão e redução de exposição inicial.

Como está em preview, o rollout é gradual e nem todos os tenants terão acesso imediato.

A nova experiência de criação de grupos no Microsoft 365 traz governança corretiva e ir para governança por designNo fim, menos retrabalho, menos risco e um ambiente muito mais controlado desde o primeiro clique.

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