Skip to main content

Featured

Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Inovações de segurança - Microsoft Ignite 2025




Diante da crescente adoção de inteligência artificial nas empresas, a transformação digital acelerada e a presença de agentes de IA interagindo com dados sensíveis e realizando tarefas automatizadas, criaram novos vetores de risco, exigindo metodologias de governança, identidade e proteção mais robustas.

Uma das grandes apostas apresentadas é a plataforma chamada Agent 365, desenhada para dar visibilidade, governança e gerenciamento de risco sobre agentes de IA, tanto do ecossistema Microsoft quanto de terceiros. Com ela, organizações passam a contar com um inventário centralizado de agentes, políticas de acesso condicional, monitoramento das interações dos agentes e integração com soluções de segurança já existentes, como sistemas de detecção e proteção.

Outra novidade é o Entra Agent ID, uma extensão da camada de identidade e acesso para aplicar os princípios de zero trust também a agentes de IA, onde cada agente recebe uma identidade única, sujeita a governança de ciclo de vida, controle de permissões e políticas de acesso condicional, de modo bastante similar ao que se faz com identidades humanas ou de aplicações tradicionais.

Para ajudar times de segurança a lidar com a sobrecarga de alertas, vulnerabilidades e ameaças crescentes, foi ampliado o uso do Security Copilot. Agora ele conta com múltiplos “agentes de segurança”: há agentes internos da Microsoft e também de parceiros, integrados às ferramentas de segurança já utilizadas, o que permite automatizar tarefas como hunting de ameaças, triagem de phishing, correção de riscos de identidade e atividades de compliance. Isso traz ganho de eficiência e reduz a dependência de mão de obra altamente especializada para tarefas repetitivas.

Além disso, foi anunciado um painel unificado para monitoramento de riscos relacionados a IA, que consolida sinais provenientes dos diferentes serviços de segurança da Microsoft. Esse painel permite visibilidade centralizada, consultas em linguagem natural sobre risco e a capacidade de atribuir ações por meio do Security Copilot — sendo uma ferramenta valiosa para líderes de risco e CISOs.

No âmbito da proteção tradicional, a suíte de segurança da Microsoft (especialmente o Defender) também recebeu avanços importantes. Entre as melhorias estão a antecipação de movimentos de ataque — com hardening proativo de caminhos mais vulneráveis —, interrupção automática de ataques em ambientes cloud ou híbridos, e integração entre segurança de workloads cloud e segurança no ciclo de desenvolvimento de aplicações.
Para tráfego web e de IA, foi apresentada uma solução de acesso seguro com inspeção de TLS, filtragem de URLs e arquivos, e proteção contra “prompt injection” — ou seja, ataques que aproveitam a interface de IA para inserir comandos maliciosos. Essa camada ajuda a prevenir ameaças relacionadas ao uso de IA, especialmente quando agentes interagem com a internet ou aplicações externas.

Por fim, a plataforma de governança de dados também foi atualizada, trazendo melhorias no monitoramento de atividades de agentes, detecção de vazamentos, aplicação de políticas de compliance em interações com IA e gerenciamento da postura de segurança de dados e workloads de IA de forma integrada.


Comments