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Novo recurso no Microsoft Entra ID: desativar App Registration sem excluir

O Microsoft Entra ID agora permite desativar uma App Registration de forma reversível, sem precisar excluí-la do tenant.  Além de uma maneira de obter maior controle operacional, menor superfície de ataque e maior maturidade em identidade corporativa, esse recurso proporciona segurança, sem que haja  perca de configurações e permissões de aplicações que podem voltar a serem utilizadas. Antes dessa funcionalidade, administradores precisavam optar entre manter o aplicativo ativo durante uma investigação ou removê-lo completamente, o que implicava perda de histórico, permissões de API e configurações. Agora é possível interromper o acesso sem destruir o objeto. O que acontece ao desativar um aplicativo Quando uma App Registration é desativada, n ovos tokens deixam de ser emitidos, u suários não conseguem autenticar, a  aplicação não consegue acessar APIs usando novos tokens e o  Service Principal passa a ter o atributo isDisabled definido como true Se houver tentativa ...

Inovações de segurança - Microsoft Ignite 2025




Diante da crescente adoção de inteligência artificial nas empresas, a transformação digital acelerada e a presença de agentes de IA interagindo com dados sensíveis e realizando tarefas automatizadas, criaram novos vetores de risco, exigindo metodologias de governança, identidade e proteção mais robustas.

Uma das grandes apostas apresentadas é a plataforma chamada Agent 365, desenhada para dar visibilidade, governança e gerenciamento de risco sobre agentes de IA, tanto do ecossistema Microsoft quanto de terceiros. Com ela, organizações passam a contar com um inventário centralizado de agentes, políticas de acesso condicional, monitoramento das interações dos agentes e integração com soluções de segurança já existentes, como sistemas de detecção e proteção.

Outra novidade é o Entra Agent ID, uma extensão da camada de identidade e acesso para aplicar os princípios de zero trust também a agentes de IA, onde cada agente recebe uma identidade única, sujeita a governança de ciclo de vida, controle de permissões e políticas de acesso condicional, de modo bastante similar ao que se faz com identidades humanas ou de aplicações tradicionais.

Para ajudar times de segurança a lidar com a sobrecarga de alertas, vulnerabilidades e ameaças crescentes, foi ampliado o uso do Security Copilot. Agora ele conta com múltiplos “agentes de segurança”: há agentes internos da Microsoft e também de parceiros, integrados às ferramentas de segurança já utilizadas, o que permite automatizar tarefas como hunting de ameaças, triagem de phishing, correção de riscos de identidade e atividades de compliance. Isso traz ganho de eficiência e reduz a dependência de mão de obra altamente especializada para tarefas repetitivas.

Além disso, foi anunciado um painel unificado para monitoramento de riscos relacionados a IA, que consolida sinais provenientes dos diferentes serviços de segurança da Microsoft. Esse painel permite visibilidade centralizada, consultas em linguagem natural sobre risco e a capacidade de atribuir ações por meio do Security Copilot — sendo uma ferramenta valiosa para líderes de risco e CISOs.

No âmbito da proteção tradicional, a suíte de segurança da Microsoft (especialmente o Defender) também recebeu avanços importantes. Entre as melhorias estão a antecipação de movimentos de ataque — com hardening proativo de caminhos mais vulneráveis —, interrupção automática de ataques em ambientes cloud ou híbridos, e integração entre segurança de workloads cloud e segurança no ciclo de desenvolvimento de aplicações.
Para tráfego web e de IA, foi apresentada uma solução de acesso seguro com inspeção de TLS, filtragem de URLs e arquivos, e proteção contra “prompt injection” — ou seja, ataques que aproveitam a interface de IA para inserir comandos maliciosos. Essa camada ajuda a prevenir ameaças relacionadas ao uso de IA, especialmente quando agentes interagem com a internet ou aplicações externas.

Por fim, a plataforma de governança de dados também foi atualizada, trazendo melhorias no monitoramento de atividades de agentes, detecção de vazamentos, aplicação de políticas de compliance em interações com IA e gerenciamento da postura de segurança de dados e workloads de IA de forma integrada.


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