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Novo recurso no Microsoft Entra ID: desativar App Registration sem excluir

O Microsoft Entra ID agora permite desativar uma App Registration de forma reversível, sem precisar excluí-la do tenant.  Além de uma maneira de obter maior controle operacional, menor superfície de ataque e maior maturidade em identidade corporativa, esse recurso proporciona segurança, sem que haja  perca de configurações e permissões de aplicações que podem voltar a serem utilizadas. Antes dessa funcionalidade, administradores precisavam optar entre manter o aplicativo ativo durante uma investigação ou removê-lo completamente, o que implicava perda de histórico, permissões de API e configurações. Agora é possível interromper o acesso sem destruir o objeto. O que acontece ao desativar um aplicativo Quando uma App Registration é desativada, n ovos tokens deixam de ser emitidos, u suários não conseguem autenticar, a  aplicação não consegue acessar APIs usando novos tokens e o  Service Principal passa a ter o atributo isDisabled definido como true Se houver tentativa ...

Microsoft Teams volta a ser incluído nos pacotes Microsoft 365 e Office 365




A Microsoft anunciou oficialmente que o Teams voltará a ser incluído nos pacotes do Microsoft 365 e Office 365 a partir de 1º de novembro de 2025. A decisão representa um novo capítulo na estratégia de licenciamento da empresa e encerra um período de separação iniciado em 2024, quando a Microsoft passou a comercializar versões de suas suítes de produtividade sem o Teams, em resposta a questionamentos regulatórios da União Europeia.

A mudança busca atender aos compromissos firmados com órgãos reguladores, oferecendo aos clientes mais flexibilidade e transparência na escolha das licenças. A partir da nova política, será possível adquirir versões do Microsoft 365 e Office 365 com ou sem o Teams incluso, permitindo que cada organização defina o modelo mais adequado para sua realidade de uso e orçamento. Essa reformulação também faz parte de um acordo com a Comissão Europeia para encerrar as investigações antitruste relacionadas à integração do Teams nos pacotes corporativos da Microsoft.

O modelo híbrido de licenciamento, que permite a coexistência de edições com e sem o Teams, representa uma tentativa da empresa de equilibrar conformidade regulatória e conveniência operacional. A diferença de preço entre as duas versões será mínima, e o Teams continuará disponível como serviço independente para quem optar por adquirir apenas a ferramenta de colaboração, sem o restante da suíte de produtividade. Para os clientes atuais, as licenças existentes não serão impactadas — o Teams permanecerá ativo conforme as condições contratuais vigentes, garantindo continuidade operacional e sem necessidade de reconfiguração imediata.

A Microsoft também informou que essa mudança será acompanhada por melhorias no ecossistema de interoperabilidade e exportação de dados. Isso inclui aprimoramentos na integração entre o Teams e aplicativos de terceiros, novas APIs para colaboração corporativa e ajustes em processos de autenticação e compliance, alinhados aos padrões exigidos pelo mercado europeu. Essas atualizações visam tornar o Teams mais aberto e compatível, fortalecendo o cenário de coexistência com outras soluções empresariais de comunicação.

Para o setor corporativo, a reintegração do Teams ao Microsoft 365 traz implicações diretas na governança de licenciamento e gestão de custos. Organizações que haviam optado por planos sem o Teams agora poderão reavaliar suas configurações para centralizar ferramentas em um único ecossistema, reduzindo dependências externas. Já para os administradores de ambiente, será fundamental revisar políticas de implantação no Microsoft Intune e scripts de provisionamento automatizado, garantindo que o Teams seja instalado e configurado conforme as políticas internas de segurança e produtividade.

A decisão também reforça o posicionamento do Teams como elemento central da estratégia de colaboração da Microsoft. Em um cenário em que a inteligência artificial e a integração de fluxos híbridos se tornam prioridade, o retorno do Teams aos pacotes Microsoft 365 consolida o aplicativo como peça-chave no ecossistema Microsoft, especialmente nas integrações com Copilot, Viva, Loop e SharePoint.

Para clientes corporativos, o anúncio significa mais previsibilidade e simplicidade na gestão de licenças. A partir de novembro, os administradores poderão optar por manter a estrutura atual ou adotar os novos planos unificados, avaliando custos e benefícios de centralizar comunicações e produtividade em uma única plataforma. Em todos os casos, o suporte e os contratos atuais permanecem válidos até o fim do ciclo de vida das licenças já contratadas.

Com a medida, a Microsoft encerra um período de ajustes regulatórios e sinaliza uma retomada do modelo integrado de produtividade e colaboração que sempre caracterizou o Microsoft 365. O retorno do Teams aos pacotes tradicionais reforça a proposta de oferecer uma experiência completa e interconectada, adaptada às exigências legais, mas sem abrir mão da integração que faz do ecossistema Microsoft uma das soluções corporativas mais consolidadas do mercado.

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