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Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Microsoft remove suporte ao PowerShell 2.0 do Windows 11 por riscos de segurança


A Microsoft decidiu remover oficialmente o suporte à versão 2.0 do PowerShell do Windows 11. A medida, implementada a partir do build 24H2, tem como objetivo principal mitigar riscos de segurança associados à execução de comandos e scripts legados em um ambiente moderno.

O PowerShell 2.0, lançado em 2006, não oferece suporte a vários recursos de segurança e controle presentes nas versões mais recentes, como o registro aprimorado de eventos, suporte a assinatura digital de scripts e controles de execução. Apesar disso, muitas organizações ainda mantinham essa versão ativa por questões de compatibilidade com ferramentas antigas, o que vinha gerando preocupações na comunidade de segurança.

Com a remoção definitiva dessa versão, os administradores de sistemas devem revisar scripts antigos e processos automatizados que ainda dependam do PowerShell 2.0. A recomendação da Microsoft é a migração para versões mais modernas, como o PowerShell 5.1 ou o PowerShell 7 (baseado em .NET Core), que são mais robustas, multiplataforma e seguras.

A decisão também faz parte de um esforço mais amplo da Microsoft em reduzir a superfície de ataque nos sistemas Windows. O PowerShell 2.0, por não possuir mecanismos modernos de controle de execução, podia ser utilizado por agentes maliciosos para contornar políticas de segurança e executar código sem ser detectado.

Para administradores de ambientes corporativos que ainda possuem máquinas utilizando essa versão, a orientação é utilizar políticas de grupo (GPOs) ou soluções de gerenciamento como o Microsoft Intune para garantir a remoção e bloqueio de versões antigas, reforçando o uso de práticas seguras no gerenciamento de scripts e automações.

A atualização faz parte do pacote de mudanças de segurança previstas para o ciclo de lançamento do Windows 11 24H2, que visa preparar o sistema operacional para os desafios atuais de cibersegurança, alinhado às exigências de governança e conformidade adotadas em ambientes corporativos.


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