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Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Integração do Microsoft Sentinel para o Defender


A Microsoft está unificando sua solução de segurança, integrando o Microsoft Sentinel (SIEM) dentro do portal Microsoft Defender (XDR). Isso permite uma experiência completa e única para análise de ameaças, resposta a incidentes, hunting e automação, tudo em um só lugar. O portal do Azure deixará de suportar o Sentinel até meados de 2026, portanto é recomendável iniciar essa migração agora.

1. Planejamento e arquitetura

Reúna sua equipe de segurança para revisar requisitos, controle de acesso e design arquitetural. Defina workspaces ativos, licenças, RBAC e estratégia de ingestão de dados .

2. Pré‑requisitos técnicos

Verifique se:

  • Já existe um workspace habilitado para Sentinel.

  • Há licença e configuração necessárias do Defender XDR (opcional, mas recomendado).

  • O responsável tem permissões adequadas (Global Admin, Security Admin, ou funções equivalentes).

3. Onboarding no portal Defender
Acesse o portal Microsoft Defender, vá até a área de Overview ou Investigation & response, clique em “Connect a workspace”, selecione seu workspace Sentinel e confirme a integração. Esse processo pode levar alguns minutos.

4. Verificação dos conectores de dados
Após a conexão, os conectores pré-existentes continuarão funcionando. Se você tiver o Defender XDR ativado, alguns conectores tradicionais podem ser substituídos por um conector unificado.

5. Migrar regras, automações e correlação
No portal Defender, as análises, automações (playbooks em Logic Apps) e regras de correlação continuarão operacionais, embora possam ocorrer mudanças sutis em latência e comportamento de gatilho. Revisões e ajustes são recomendados.

6. Atualização de APIs e schemas
Incidentes e alertas agora usam a Graph API (em vez da API do Sentinel), com campos ampliados como providerName, serviceSource e detectionSource. Se sua organização utiliza scripts, é fundamental atualizar estes pontos.

7. Adoção das novas capacidades de hunting e investigação
Você pode continuar usando KQL e seus workbooks, agora dentro do Defender. Também passa a contar com funcionalidades enriquecidas de hunting e visualização, com alertas e entidades consolidadas .

8. Otimização de custos
O portal Defender traz ferramentas de otimização de ingestão de dados, regras de resumo e visão consolidada de SOC, ajudando a reduzir custos e maximizar o retorno do Sentinel.

Realize a migração em um workspace piloto antes da adoção completa. Avalie o impacto em automações, esquemas, playbooks e integração com aplicativos de ticket.

Para mais: Planning your move to Microsoft Defender portal for all Microsoft Sentinel customers | Microsoft Community Hub

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