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Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Migração Sustentável para a Nuvem: Microsoft expande ferramentas de sustentabilidade no Azure



A transição da infraestrutura local para a nuvem não é apenas uma questão de eficiência operacional e redução de custos. Em 2025, a sustentabilidade se tornou um vetor estratégico para empresas que buscam equilibrar crescimento com responsabilidade ambiental. Nesse contexto, a Microsoft anunciou novas funcionalidades no Azure voltadas para ajudar organizações a planejar, executar e otimizar suas migrações com foco em redução de emissões de carbono.

1. Azure Migrate agora com estimativas de emissões de carbono

O Azure Migrate, ferramenta central para planejamento de migrações, agora conta com um novo módulo em prévia pública que permite avaliar o impacto ambiental da transição de workloads para a nuvem.

O que foi adicionado:

  • Estimativas de emissões de carbono para workloads on-premises

  • Comparativo com projeções de emissões caso o mesmo workload fosse executado no Azure

  • Visualização por servidor, aplicação ou grupo de cargas de trabalho

  • Integração com métricas de eficiência energética e utilização de recursos

Benefícios:

  • Permite que as organizações tomem decisões mais conscientes, alinhando estratégias de TI com compromissos ESG

  • Apoia metas de descarbonização corporativa ao evidenciar o ganho ambiental da migração para datacenters mais eficientes

2. Otimização contínua de carbono no Azure – já disponível

Além do planejamento, a Microsoft adicionou uma funcionalidade de otimização de emissões de carbono diretamente no portal do Azure. Essa ferramenta permite o monitoramento contínuo do impacto ambiental das cargas de trabalho em nuvem.

Principais recursos

  • Painéis detalhados com emissões estimadas por região, tipo de recurso e uso

  • Recomendações automáticas para reduzir emissões, como:

    • Migrar cargas para regiões com menor intensidade de carbono

    • Ajustar horários de execução (compute scheduling) com base em disponibilidade de energia limpa

    • Substituir VMs subutilizadas por instâncias mais eficientes

  • Integração com serviços como Azure Advisor e Cost Management + Billing

3. FinOps e Sustentabilidade: uma convergência estratégica

Com a evolução dessas ferramentas, a Microsoft reforça a visão de que custos operacionais e sustentabilidade devem ser otimizados em conjunto. Essa abordagem está totalmente alinhada aos princípios de FinOps, que promovem a colaboração entre equipes técnicas, financeiras e de negócios.

Cenários práticos:

  • Um workload que roda em uma região mais próxima pode ter menor latência, mas maior pegada de carbono. A ferramenta ajuda a quantificar esse impacto e sugerir alternativas.

  • Empresas podem priorizar cargas de trabalho para "zonas verdes" da nuvem, maximizando o uso de energia renovável.

  • Dashboards podem ser usados em relatórios internos ou auditorias ambientais.

4. Sustentabilidade como diferencial competitivo

À medida que mais empresas passam a divulgar relatórios de impacto ambiental, integrar eficiência de carbono como um KPI operacional torna-se não só uma prática ética, mas também um diferencial competitivo. A migração consciente para o Azure não é mais apenas sobre TI – é sobre governança corporativa moderna.

As novas funcionalidades do Azure colocam a sustentabilidade no centro da jornada para a nuvem, desde a avaliação inicial até a operação contínua. Com dados reais, comparativos detalhados e sugestões práticas, a Microsoft entrega ferramentas para transformar decisões de infraestrutura em ações climáticas efetivas.

Se sua empresa está avaliando uma migração para o Azure ou deseja otimizar workloads já implantados, agora é possível fazê-lo com transparência ambiental e governança inteligente.


Para mais: Sustainable cloud journey: from on-premises to Azure optimization | Microsoft Community Hub

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