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Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Protegendo o Azure Functions integrado à VNet com gatilhos de blob: pontos de extremidade privados e sem acesso público




Integrar funções do Azure com gatilhos de Blob em uma Rede Virtual (VNet) utilizando Endpoints Privados e Gateways NAT é essencial para reforçar a segurança e garantir a comunicação privada entre os serviços. 

1. Desafios ao usar funções do Azure com Gatilhos de Blob e Endpoints Privados

Ao configurar uma Função do Azure para ser acionada por blobs armazenados em uma Conta de Armazenamento do Azure com Endpoints Privados e acesso público desabilitado, surgem desafios específicos:

  • Resolução de DNS: A função precisa resolver o nome da conta de armazenamento para o endereço IP privado correto. Isso requer uma Zona DNS Privada associada à VNet.

  • Comunicação Interna: A função deve ser capaz de acessar a conta de armazenamento exclusivamente através da rede privada, sem expor dados à internet pública.

2. Configurando a Função do Azure com Gatilho de Blob e Endpoint Privado

Para assegurar que a Função do Azure possa interagir corretamente com a Conta de Armazenamento via endpoints privados, siga os passos abaixo:

  1. Criação da Função do Azure: Desenvolva uma função com gatilho de blob que processe blobs conforme necessário.

  2. Configuração da Conta de Armazenamento:

    • Desabilitar Acesso Público: Restrinja o acesso público para reforçar a segurança.
    • Configurar Endpoint Privado: Associe um endpoint privado à conta de armazenamento dentro da VNet.
  3. Integração da Função à VNet:

    • Integração Regional à VNet: Utilize a integração regional para conectar a função à VNet, permitindo acesso aos recursos internos.
  4. Configuração de Zona DNS Privada:

    • Criação e Associação: Estabeleça uma zona DNS privada correspondente ao serviço (por exemplo, privatelink.blob.core.windows.net) e associe-a à VNet.
    • Registros DNS: Certifique-se de que os registros DNS apontem para os IPs privados corretos dos endpoints.
  5. Configuração do Gateway NAT:

    • Criação do Gateway NAT: Implemente um Gateway NAT na VNet para gerenciar o tráfego de saída da função.
    • Associação ao Sub-rede: Associe o Gateway NAT à sub-rede onde a função está integrada, garantindo que todo o tráfego de saída utilize IPs estáticos definidos.

3. Benefícios da Configuração

  • Segurança Aprimorada: A comunicação entre a Função do Azure e a Conta de Armazenamento ocorre inteiramente dentro da VNet, eliminando exposições públicas.

  • Controle de Tráfego de Saída: Com o Gateway NAT, é possível definir IPs de saída estáticos, facilitando a gestão de listas de controle de acesso e garantindo previsibilidade no tráfego.

  • Resolução de Nomes Consistente: A Zona DNS Privada assegura que a função resolva corretamente os nomes dos serviços para os IPs privados, mantendo a integridade da comunicação interna.

Para uma implementação detalhada e orientações adicionais, consulte a documentação oficial da Microsoft: Usar pontos de extremidade privados para integrar o Azure Functions a uma rede virtual | Microsoft Learn

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