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Microsoft Entra B2B, B2C e Cross-Tenant Synchronization: entenda as diferenças e quando usar cada modelo

  À medida que as organizações adotam ambientes multicloud, aplicações SaaS e estruturas corporativas distribuídas, a identidade deixa de estar limitada aos funcionários de uma única empresa. Clientes precisam acessar aplicações. Fornecedores precisam colaborar em projetos. Empresas do mesmo grupo precisam compartilhar recursos. Subsidiárias podem possuir tenants Microsoft Entra separados. Apesar de todos esses cenários envolverem identidades externas , eles não são a mesma coisa.  Dentro do ecossistema Microsoft, três conceitos costumam gerar bastante confusão:  Microsoft Entra B2B,  Microsoft Entra External ID para cenários B2C e  Cross-Tenant Synchronization. Os três trabalham com identidades externas, mas possuem objetivos, arquiteturas e casos de uso diferentes. Microsoft Entra B2B: colaboração entre empresas O Microsoft Entra B2B (Business-to-Business) foi criado principalmente para permitir que uma organização colabore com usuários de outras organizações...

Prepare-se para certificados SSL/TLS com validade de apenas 90 dias (ou até 47 dias, com automação)


O ecossistema de segurança digital está prestes a passar por uma mudança significativa: a redução da validade dos certificados SSL/TLS de 398 dias para apenas 90 dias. A mudança, que será aplicada inicialmente por grandes autoridades certificadoras como a Google e a Apple, traz implicações diretas para empresas que utilizam certificados digitais para garantir conexões seguras.

Por que isso está acontecendo?

A redução do período de validade tem como objetivo aumentar a segurança e a confiança na internet. Com certificados mais curtos:

  • A exposição a certificados comprometidos ou mal configurados é reduzida.

  • A rotação constante de certificados força a automatização de processos, tornando o gerenciamento mais ágil e seguro.

  • Vulnerabilidades ou fraudes têm menos tempo para causar impacto.

E onde entram os "47 dias"?

Embora o prazo oficial de validade seja de 90 dias, a recomendação operacional é renovar os certificados a cada 47 dias. Isso permite:

  • Uma janela de segurança caso haja falhas no processo automatizado.

  • Garantia de tempo para aplicar correções, caso a renovação falhe.

  • Conformidade com práticas recomendadas por ferramentas de segurança, navegadores e provedores de nuvem.

O que isso muda na prática?

  • Modelos manuais de renovação se tornarão inviáveis. A maioria das organizações precisará adotar soluções automatizadas.

  • Ferramentas como ACME, KeyTalk, Let’s Encrypt, Certbot, entre outras, ganham protagonismo.

  • Dispositivos legados e sistemas sem suporte para automação precisarão ser adaptados ou substituídos.

Quem está liderando essa mudança?

A Google, por meio do navegador Chrome, já confirmou que em futuras versões do navegador só confiará em certificados com validade máxima de 90 dias. A Apple também está alinhada com essa proposta. A expectativa é que essa política se torne padrão de mercado até 2025.

Recomendações para as equipes de TI e segurança

  • Avalie imediatamente a infraestrutura atual de certificados da sua organização.

  • Implante soluções de gerenciamento automatizado de certificados SSL/TLS.

  • Monitore a conformidade com os novos prazos e crie alertas para renovações antecipadas.

  • Teste sistemas críticos com certificados de curta duração para validar compatibilidade.


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