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Novo recurso no Microsoft Entra ID: desativar App Registration sem excluir

O Microsoft Entra ID agora permite desativar uma App Registration de forma reversível, sem precisar excluí-la do tenant.  Além de uma maneira de obter maior controle operacional, menor superfície de ataque e maior maturidade em identidade corporativa, esse recurso proporciona segurança, sem que haja  perca de configurações e permissões de aplicações que podem voltar a serem utilizadas. Antes dessa funcionalidade, administradores precisavam optar entre manter o aplicativo ativo durante uma investigação ou removê-lo completamente, o que implicava perda de histórico, permissões de API e configurações. Agora é possível interromper o acesso sem destruir o objeto. O que acontece ao desativar um aplicativo Quando uma App Registration é desativada, n ovos tokens deixam de ser emitidos, u suários não conseguem autenticar, a  aplicação não consegue acessar APIs usando novos tokens e o  Service Principal passa a ter o atributo isDisabled definido como true Se houver tentativa ...

Implementando Modelos Administrativos de Menor Privilégio no Active Directory


Quanto maior um ambiente, mais difícil se torna seu gerenciamento e proteção. A segurança do Active Directory (AD) é crucial para proteger os ativos de TI em uma organização. Um dos principais conceitos para aumentar a segurança no AD é o modelo de menor privilégio, que reduz a superfície de ataque ao limitar os privilégios administrativos ao mínimo necessário. 

O que é o Modelo de Menor Privilégio/Privilégio Mínimo? 

O princípio de menor privilégio determina que os usuários, grupos e aplicativos devem ter apenas as permissões necessárias para realizar suas tarefas. Aplicar esse modelo no Active Directory ajuda a minimizar os danos em caso de comprometimento. 

Benefícios do Modelo de Menor Privilégio 

O modelo de Menor Privilégio reduz riscos, limitando o impacto de contas comprometidas, implementa conformidade com regulamentações, visto que atende a padrões de segurança como ISO 27001 e GDPR e proporciona maior controle, simplificando o monitoramento e a auditoria de permissões. 

Melhores Práticas para Implementação 

Separação de Funções Administrativas: divida responsabilidades entre diferentes grupos administrativos, como: 

  • Grupo para administração de contas de usuários (User Admin)
  • Grupo para gerenciar infraestrutura de servidores (Server Operators)
  • Grupo para gerenciamento do domínio (Domain Admin)

Uso de Contas Privilegiadas: nunca use contas administrativas para tarefas rotineiras, prefira criar contas separadas para atividades administrativas e não administrativas. 

Limitação de Escopo: restringir permissões administrativas a segmentos específicos, como Unidades Organizacionais (OUs) específicas. 

Adoção de Admins Temporários: opte por usar ferramentas como Privileged Access Management (PAM) para fornecer acesso temporário às funções administrativas. 

Configuração de Grupos Administrativos: defina e monitore grupos como Administradores de Domínio e Administradores Corporativos para evitar permissões desnecessárias. 

Uso de Soluções Seguras de Login: exija autenticação multifator (MFA) para acessos privilegiados. 

Monitoramento Contínuo: habilite auditoria para rastrear atividades de contas administrativas. 

Ferramentas Úteis 

  • Active Directory Administrative Center (ADAC): Simplifica o gerenciamento de políticas e permissões. 
  • Microsoft Defender for Identity: Detecta e responde a comportamentos anômalos no AD. 

  • Azure AD Privileged Identity Management (PIM): Gerencia e protege acessos privilegiados no Azure AD. 

Implementar um modelo de menor privilégio no Active Directory é uma das estratégias mais eficazes para mitigar riscos e proteger recursos críticos de TI. Seguindo essas práticas, as organizações podem reduzir vulnerabilidades, melhorar sua postura de segurança e garantir conformidade com regulamentações globais. 
 
 
Para mais sobre o Privilégio Mínimo no AD: Implementar modelos administrativos com menos privilégios | Microsoft Learn

 

 

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